sexta-feira, 1 de janeiro de 2010


CENTELHA 16
Autor: Irmão Paulo de Paz (Proteus)


O homem vem lutando consigo mesmo
Fugindo da verdade que busca.
Esquece constantemente o que vislumbra
Em rápidos momentos se deixando envolver
Pelas mentiras cotidianas.
A observação é a grande arma contra a queda.
Observar sempre. Prestar atenção em tudo
É a solução para se chegar onde
Sempre se esteve.
Os ódios, as tristezas se transformam em anedotas
Quando se está consciente de suas inutilidades.
O amor desponta então.
Se manifesta em formas de carinho,
Silêncio, paz interior e uma grande alegria capaz de
Contagiar mundos.
Irmãos,
Com a rendição à realidade das realidades, o despertar é o próximo passo.
Na aceitação de tudo, o todo se manifesta.
Violência gera violência, gritos geram gritos.
O ódio não transforma, destrói.
O amor transforma e constrói.
Abraços são mais bem vindos que tapas.
A espada nunca semeou os campos
E o sangue derramado não serviu de
Adubo para o progresso espiritual.
O amor, este velho conhecido, tem o poder
De alimentar milhões e transformar velhos
Homens em crianças inocentes.
O amor é a grande verdade.
Na sua aparente fraqueza, a sua força se expande.
Na sua delicadeza e docilidade, o poder.
Meus irmãos,
O amor uni irmãos
E transforma homens em deuses.

4 comentários:

  1. Centelhas é uma série de poesias místicas que escrevi há algum tempo...
    obs: Estou usando o meu novo rosto...
    Eu disse que tinha asas e que era um peixe...
    Pois é... Tou lindo...

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  2. "...Em rápidos momentos se deixando envolver
    Pelas mentiras cotidianas..."
    Eu temo muito que isso me possua por completo. É bom sempre lembrar nossas origens e não se deixar corromper.
    Por isso uso um amuleto, quando olho para ele, me lembro de quem eu sou.

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  3. É, você é mais... Somos todos mais do que pensamos... Somos divinos...
    Como você é divina menina...

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  4. Eu tenho um anel imaginário que abro quando estou muito feliz e quando estou muito triste...
    Dentro está escrito: "ISSO TAMBÉM PASSARÁ"

    Vem de uma história Sufi que li há muito tempo e sempre que me acontece alguma coisa triste ou muito, muito feliz, eu lembro do anel e o abro: "ISSO TAMBÉM PASSARÁ"

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1267 - TRÊS MESTRES