117 - DELIBEREI
Autor: Carlos Henrique Rangel
Deliberei
Que não há o que
Deliberar...
Chega de tanto
Fazer ...
Tanto falar...
Tenha coragem
De dizer o que quer...
O que é...
O que vai ser...
O que vai acontecer...
Grita meu nome
Acredite: eu aparecerei...
Confia
Acredita
Liga...
Não desliga...
Deixa eu falar...
Pode ser que
Haja verdades
Em minhas palavras
E o som pode te curar...
Ou a mim...
Deliberei
Que não há o que deliberar...
CONFIAR...
Essa é a palavra da hora.
terça-feira, 30 de junho de 2009
116 - ESQUINA
Autor: Carlos Henrique Rangel
Minha sede
Eu mato na esquina...
Apago a dor
Da retina
Na esquina...
Um gole ou dois
É o começo do esquecimento.
Outros virão depois...
Minha sede
É infinita...
Vem de tempos
Imemoriáveis
De carências antigas.
De amores perdidos...
De dores repetidas...
Minha sede
Eu mato na esquina...
Mentira repetida...
Minha sede é imortal
E como fênix
Renasce todos os dias...
Minha sede...
Repito...
Eu mato...
Na esquina...
Autor: Carlos Henrique Rangel
Minha sede
Eu mato na esquina...
Apago a dor
Da retina
Na esquina...
Um gole ou dois
É o começo do esquecimento.
Outros virão depois...
Minha sede
É infinita...
Vem de tempos
Imemoriáveis
De carências antigas.
De amores perdidos...
De dores repetidas...
Minha sede
Eu mato na esquina...
Mentira repetida...
Minha sede é imortal
E como fênix
Renasce todos os dias...
Minha sede...
Repito...
Eu mato...
Na esquina...
segunda-feira, 29 de junho de 2009
115 - SOLIDÃO
Autor: Carlos Henrique Rangel
De novo o frio
E a solidão...
Um silêncio
Quase um berro
Vigia a sala vazia
E me espreita o coração...
Lá fora
A noite é um reflexo
Do meu peito
E eu lamento...
A tristeza
É menina má...
Brinca de machucar...
Dói
E ela sabe que dói...
Uma ruga pesa
Em minha testa...
Que vontade de dormir
E acorda feliz...
Sonhar é bom...
Autor: Carlos Henrique Rangel
De novo o frio
E a solidão...
Um silêncio
Quase um berro
Vigia a sala vazia
E me espreita o coração...
Lá fora
A noite é um reflexo
Do meu peito
E eu lamento...
A tristeza
É menina má...
Brinca de machucar...
Dói
E ela sabe que dói...
Uma ruga pesa
Em minha testa...
Que vontade de dormir
E acorda feliz...
Sonhar é bom...
domingo, 28 de junho de 2009
114 - ASAS II
Autor: Carlos Henrique Rangel
Eu continuo
Batendo as asas...
Bato as asas
E a brisa
Que produzo
Refresca os seres
Que vejo
E os que não...
No frio
Mudo de penas
Desprendendo
Pelos caminhos
Leves plumas brancas.
Há quem
Colecione
Essa fugidias
Lembranças de vôos...
Outros não ligam...
Pisam...
Eu continuo
Batendo as asas
Em vôos rasantes...
Há quem sorri
Das acrobacias aéreas.
Minhas asas
São inquietas
Á noite
E eu continuo
Com vôos noturnos...
(Incomodam-me
Na cama... )
Autor: Carlos Henrique Rangel
Eu continuo
Batendo as asas...
Bato as asas
E a brisa
Que produzo
Refresca os seres
Que vejo
E os que não...
No frio
Mudo de penas
Desprendendo
Pelos caminhos
Leves plumas brancas.
Há quem
Colecione
Essa fugidias
Lembranças de vôos...
Outros não ligam...
Pisam...
Eu continuo
Batendo as asas
Em vôos rasantes...
Há quem sorri
Das acrobacias aéreas.
Minhas asas
São inquietas
Á noite
E eu continuo
Com vôos noturnos...
(Incomodam-me
Na cama... )
sábado, 27 de junho de 2009
113 - ERREI
Autor: Carlos Henrique Rangel
Em terra de surdo
Quem é mudo...
Errei!
Em terra de mudo
Quem se cala...
Errei!
Em terra de cego
Que não enxerga...
Errei!
Em terra de manco
Quem tropeça...
Não sei...
Em terra de doido
Quem perde a razão...
Encontrei?
Nas terras do amor
Quem ama muito...
É Rei...
Acho que acertei...
Autor: Carlos Henrique Rangel
Em terra de surdo
Quem é mudo...
Errei!
Em terra de mudo
Quem se cala...
Errei!
Em terra de cego
Que não enxerga...
Errei!
Em terra de manco
Quem tropeça...
Não sei...
Em terra de doido
Quem perde a razão...
Encontrei?
Nas terras do amor
Quem ama muito...
É Rei...
Acho que acertei...
112 -PALMA DA MÃO
Autor: Carlos Henrique Rangel
Meu mundo
É central
E se esconde
No peito
Como um coração.
Meu mundo
Bate forte
Toca o seu ser
E cabe na palma da mão.
Meu amor
Foge do meu mundo
Sem razão.
Não mordo...
Muito...
Só sou verdadeiro
Quase não mudo
E meu mundo
É como um coração
Bate forte
E te espera
Ponha a mão...
Venha viajar
Pelo mundo...
Sinta o mundo...
Ame o mundo...
É como um coração.
Bate forte
E cabe na palma da mão...
Autor: Carlos Henrique Rangel
Meu mundo
É central
E se esconde
No peito
Como um coração.
Meu mundo
Bate forte
Toca o seu ser
E cabe na palma da mão.
Meu amor
Foge do meu mundo
Sem razão.
Não mordo...
Muito...
Só sou verdadeiro
Quase não mudo
E meu mundo
É como um coração
Bate forte
E te espera
Ponha a mão...
Venha viajar
Pelo mundo...
Sinta o mundo...
Ame o mundo...
É como um coração.
Bate forte
E cabe na palma da mão...
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