150 - NOME DO MUNDO
Autor: Carlos Henrique Rangel
Eu vi uma janela
Em seus olhos:
Abra!
Grite alto
O meu nome...
Tenho o nome
Do mundo
E atendo
Qualquer chamado.
Meu beijo distante
É tao próximo
Que te espanta...
Ou não...
Sou manso cordeiro,
Menino bom...
Me leve para casa
Me chama de bem
Me ama de leve
E depois...
Tudo bem.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
149 - CORES
Autor: Carlos Henrique Rangel
A minha dor
é lilás, quase roxa...
Mas não sou
Só dor...
Meu sorriso
é branco neve
E te diz
Tanto...
Mas não sou
Só sorriso...
Tenho ódios
Vermelhos
que escurecem
São quase negros.
Mas não sou
Só ódio...
Sou felicidades
Amarela/ouro
E te ilumino
Em sorrisos
Brancos...
Mas...
Não sou
Só felicidade
Tenho momentos
De paz azul
Como o Céu
Como o mar distante...
Mas também
Não sou
Só paz...
Às vezes,
e são muitas
Essas vezes,
Sou um arco-iris
E alterno
Dores lilás
Ódios vermelhos
Felicidade Amarela
Sorrisos brancos
E uma grande
Paz azul...
Nesses momentos
Me sinto
Mais vivo
E me descubro
Multicor
Multi-emoções.
Sei apenas
Que
Quando
Te conheci
E te amei
Fui invadido
por uma grande
Felicidade amarela
E te sorri
Em tonalidades
De branco...
A cor
Dos seus olhos
Me responderam
Em paixão vermelha
E meu peito
Se preencheu
De azul...
É ISSO:
QUANDO ESTOU
COM VOCÊ
SOU AZUL.
Autor: Carlos Henrique Rangel
A minha dor
é lilás, quase roxa...
Mas não sou
Só dor...
Meu sorriso
é branco neve
E te diz
Tanto...
Mas não sou
Só sorriso...
Tenho ódios
Vermelhos
que escurecem
São quase negros.
Mas não sou
Só ódio...
Sou felicidades
Amarela/ouro
E te ilumino
Em sorrisos
Brancos...
Mas...
Não sou
Só felicidade
Tenho momentos
De paz azul
Como o Céu
Como o mar distante...
Mas também
Não sou
Só paz...
Às vezes,
e são muitas
Essas vezes,
Sou um arco-iris
E alterno
Dores lilás
Ódios vermelhos
Felicidade Amarela
Sorrisos brancos
E uma grande
Paz azul...
Nesses momentos
Me sinto
Mais vivo
E me descubro
Multicor
Multi-emoções.
Sei apenas
Que
Quando
Te conheci
E te amei
Fui invadido
por uma grande
Felicidade amarela
E te sorri
Em tonalidades
De branco...
A cor
Dos seus olhos
Me responderam
Em paixão vermelha
E meu peito
Se preencheu
De azul...
É ISSO:
QUANDO ESTOU
COM VOCÊ
SOU AZUL.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
148 - EU SOU
Autor: Carlos Henrique Rangel
Eu posso tanto...
Sou como a água...
Não,
Não estou louco
Ou delirando.
Estou apenas constatando.
Eu mudo todo tempo
e o que parece morto
se transforma,
Muda.
Energias vão
energias ficam
carnes que vão
Novas carnes que ficam...
Transformação...
Nada é igual
Mas continua...
Tudo na verdade
Continua...
Eu já estive aqui antes
Sempre estive aqui...
De outro jeito
De outra forma
Com outra consciência
Ou sem...
Sou gasoso
Sou líquido
Sou solido
Sou gasoso...
Sou eterno mutante
Eterno companheiro
Da mãe Gaia...
Eu estive
Eu estou
Eu estarei...
EU SOU.
Autor: Carlos Henrique Rangel
Eu posso tanto...
Sou como a água...
Não,
Não estou louco
Ou delirando.
Estou apenas constatando.
Eu mudo todo tempo
e o que parece morto
se transforma,
Muda.
Energias vão
energias ficam
carnes que vão
Novas carnes que ficam...
Transformação...
Nada é igual
Mas continua...
Tudo na verdade
Continua...
Eu já estive aqui antes
Sempre estive aqui...
De outro jeito
De outra forma
Com outra consciência
Ou sem...
Sou gasoso
Sou líquido
Sou solido
Sou gasoso...
Sou eterno mutante
Eterno companheiro
Da mãe Gaia...
Eu estive
Eu estou
Eu estarei...
EU SOU.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
147 - MANTO
Autor: Carlos Henrique Rangel
Tinha vontade
de me esconder
por trás
das pálpebras
e deixar
de ser.
A escuridão
é um manto
grosso
e quase
me sinto
seguro.
O não eu
que penso
ser
é uma
doce fuga.
Me desfaço
quase
sem pensamento.
Ninguém
Está.
Não existo
ou penso...
Minha alma
no entanto,
não ultrapassa
a barreira
da pele
e essa densidade
me limita
o mundo.
Apesar de tudo
ainda estou.
Existo...
Ou penso...
Abro os olhos
e recomeço...
Autor: Carlos Henrique Rangel
Tinha vontade
de me esconder
por trás
das pálpebras
e deixar
de ser.
A escuridão
é um manto
grosso
e quase
me sinto
seguro.
O não eu
que penso
ser
é uma
doce fuga.
Me desfaço
quase
sem pensamento.
Ninguém
Está.
Não existo
ou penso...
Minha alma
no entanto,
não ultrapassa
a barreira
da pele
e essa densidade
me limita
o mundo.
Apesar de tudo
ainda estou.
Existo...
Ou penso...
Abro os olhos
e recomeço...
domingo, 20 de setembro de 2009
146 - CANTO
Autor: Carlos Henrique Rangel
O galo cantou
Na sublime
Noite urbana.
Existem galos
Urbanos
E cantam
Ingênuos
Como fazendeiros...
Despedem da noite
Saúdam o dia.
O galo cantou
Onipresente
Quase místico
Enigma, etéreo...
O galo cantou
Suas horas...
Não são horas
Humanas...
Horas do tempo...
O galo cantou...
Onde o galo?
Onde o canto?
Na noite urbana
O galo cantou...
Autor: Carlos Henrique Rangel
O galo cantou
Na sublime
Noite urbana.
Existem galos
Urbanos
E cantam
Ingênuos
Como fazendeiros...
Despedem da noite
Saúdam o dia.
O galo cantou
Onipresente
Quase místico
Enigma, etéreo...
O galo cantou
Suas horas...
Não são horas
Humanas...
Horas do tempo...
O galo cantou...
Onde o galo?
Onde o canto?
Na noite urbana
O galo cantou...
145 - ÁGUA DA BICA
Autor: Carlos Henrique Rangel
Eu bebi
A água da bica
E me fartei...
O que digeri
Estará
A disposição...
Mais tarde...
Nada é eterno
Mas permanece...
Eu sempre
Estive aqui
Mesmo quando
Não...
Bebi a água
Da bica
E me fartei...
Sou,
Mas serei...
Tudo já foi
É
E será.
Acordo
Vivo e durmo...
Acordo...
Bebi a água
Da bica
E me fartei.
O passado está
Na esquina.
Na esquina
O presente...
O futuro,
O futuro está ali...
Na esquina.
Bebi a água
Da bica
E me fartei.
O velho
Sorri como criança.
O morto
Parece recém-nascido.
Beijei a eterna flor...
Nunca é a mesma...
A bica
Se oferece
Límpida...
Bebi a água
Da bica
E me fartei...
Autor: Carlos Henrique Rangel
Eu bebi
A água da bica
E me fartei...
O que digeri
Estará
A disposição...
Mais tarde...
Nada é eterno
Mas permanece...
Eu sempre
Estive aqui
Mesmo quando
Não...
Bebi a água
Da bica
E me fartei...
Sou,
Mas serei...
Tudo já foi
É
E será.
Acordo
Vivo e durmo...
Acordo...
Bebi a água
Da bica
E me fartei.
O passado está
Na esquina.
Na esquina
O presente...
O futuro,
O futuro está ali...
Na esquina.
Bebi a água
Da bica
E me fartei.
O velho
Sorri como criança.
O morto
Parece recém-nascido.
Beijei a eterna flor...
Nunca é a mesma...
A bica
Se oferece
Límpida...
Bebi a água
Da bica
E me fartei...
sábado, 19 de setembro de 2009
144 -ASAS III
Autor: Carlos Henrique Rangel
De novo
Minhas asas
Me despertaram
O sono...
Não sei
Quantos vôos
São necessários para fazer
Um anjo...
Nem sei se quero...
Apenas abro os olhos
E as asas na escuridão...
Vejo outros seres alados
Na madrugada
E nossas asas se tocam
Com delicadeza...
As cores...
São tantas...
Mensagens são ditas
Repetidas
Digeridas
Traduzidas...
O vento da noite
Facilita o vôo...
Como é clara
A escuridão da noite...
Minhas asas
São bailarinas
E dançam silenciosas
As músicas do mundo.
Bato as asas
E visito as intimidades.
Minhas asas
Me incomodam na cama...
Autor: Carlos Henrique Rangel
De novo
Minhas asas
Me despertaram
O sono...
Não sei
Quantos vôos
São necessários para fazer
Um anjo...
Nem sei se quero...
Apenas abro os olhos
E as asas na escuridão...
Vejo outros seres alados
Na madrugada
E nossas asas se tocam
Com delicadeza...
As cores...
São tantas...
Mensagens são ditas
Repetidas
Digeridas
Traduzidas...
O vento da noite
Facilita o vôo...
Como é clara
A escuridão da noite...
Minhas asas
São bailarinas
E dançam silenciosas
As músicas do mundo.
Bato as asas
E visito as intimidades.
Minhas asas
Me incomodam na cama...
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